摘要:As noções de sustentabilidade e ecodesenvolvimento surgem nos anos 1960 como respostas ao relacionamento humano com a natureza até metade do século XX, em especial, em um sentido de crítica a falência do domínio técnico desenfreado que culminou nas duas Grandes Guerras Mundiais e seus efeitos. No campo da arte, essa nova interpretação da natureza tem ressonância em movimentos como a land art e obras de artistas como Walter de Maria, que passam a deixar de lado o paradigma do belo para uma interação mais pareada e próxima com a natureza, alcançada por meio da aplicação das leis do sublime. Além da estética, o novo caminho adotado pelo movimento coloca em xeque a face comercial da arte, de seus objetos afastados do cotidiano e do artista em sua genialidade. Coloca-se em questão então, a própria ideia do que é arte.
其他摘要:Through a brief bibliographical review by Kant and Burke, this article seeks to observe
the sources of the sublime in Walter de Maria's artistic proposals between 1968-1977. We
understand that between the theories of Kant and Burke and Maria's interventions there is a
considerable time gap, however, the content of these productions can be approximated, which is
the main objective of the present work. Issues such as criticizing the commodification of the
work of art and its institutionalization by museums and art galleries will also be discussed. It
should also be noted that Maria's practices are understood within the artistic trend of land art and
the broader historical context of the 1960s and 70s.